31 de março de 2007

Carpe Diem o escambau!

Até que ponto podemos confiar em nosso coração para tomar decisões?

Diferente da facilidade dos tempos antigos, hoje não contamos com oráculos e/ou mensageiros dos deuses para consultar dúvidas e questões amorosas da vida, tomando esta última apenas como exemplo.

Agora... qual é o limite entre achar e sentir? Como podemos diferenciar? O achar é consciente. Todas as suas crenças, signos e capitais simbólicos estão dentro do achar. Mas acredito que temos o oposto também. O coração é uma das únicas partes puras do nosso corpo. Sem qualquer conexão direta com o mundo exterior, mas com uma fundamental importância em nosso mundo interior. Talvez ele esteja conectado também à todos os outros corações do mundo. Enfim... um coração sem influências externas, de uma sociedade, que pode apenas sentir, sem julgar. Apenas sentir... sentir o verdadeiro significado das coisas, o que as pessoas realmente são e o que não são.

Desculpe... mas sou adepto do coração. E não me arrependo de ser sincero, falar e entender o que talvez não possa ser entendido nas linhas, mas nas entrelinhas. Porra! Siga seu coração, sem medo de ser feliz, sem pensar no que os outros vão pensar e sem se colocar em um conceito pré-estabelecido, ou melhor. Num pré-conceito.

Não tente controlar sua vida e fazer dela algo que não é. Deixe a vida te levar. Sem pressa, sem preocupações, sem pensar que você não aproveitou intensamente aquele momento. Carpe Diem é só mais uma forma de vender perfumes para conquistar garotas.

Pois bem... antes de conquistar garotas, conquiste seu coração. Tenho certeza de que ele irá te levar para o lugar certo, na hora certa e na velocidade certa.

(em casa / ao som de Wake Up - Alanis Morissette / em dúvida e na quase certeza / aguentando o que eu acho que não mereço aguentar / acho que sou o Superman / só queria esquecer algumas coisas / seguindo meu coração mas esperando que corações sejam seguidos / categoria do post: "ó vida")

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